A 30 de Agosto os islandeses decidiram, em referendo, não retomar o processo de adesão à União Europeia, suspenso em 2013.
A Islândia tem relações estreitas com a União Europeia, através do Espaço Económico Europeu e de Schengen, mas a possibilidade de se tornar Estado-Membro parece não interessar à maioria dos cidadãos, que preferiram rejeitar o regresso das negociações, ainda que por uma pequena margem: 52,8% contra 47,2%.
Os defensores da adesão argumentaram que integrar a União deixaria o país mais seguro face às atitudes dos Estados Unidos, mas a maioria da população da ilha parece estar mais reocupado com a sua soberania, principalmente no que se refere controlo das pescas e da agricultura, e do modelo económico do país.
A Islândia apresentou pela primeira vez a candidatura à adesão à UE em 2009, na sequência da crise financeira de 2008, tendo a Comissão emitido um parecer favorável em fevereiro de 2010. Um novo governo eurocético pôs termo às negociações em 2013.
Fonte: Euronews

